01
abril
2015

Testei: HD microfinish powder da Make Up Forever

Postado por Ana em Maquiagem

Eu realmente NUNCA quis comprar um desses “pozinhos soltos” de finalização. Várias marcas têm, com destaque para esse “HD microfinish powder da MUFE” e do “Prep + Prime transparent finish powder da MAC“. Sabem por que nunca tive vontade? Porque eles são responsáveis pelos “desastres” abaixo:

celebs

O detalhe é que os maquiadores e as celebs não estavam malucos. É porque esse tipo de zica só aparece quando o flash bate na sua cara. Olhando normal, você jura que está ótimo. Você, noiva, já imaginou sair assim em todas as fotos do casamento? Por isso, mesmo sem usar esses produtos, recomendo dar uma flashada na cara antes de ir pra festa, pode ser com o flash do celular mesmo.

mircofinish1

micro2

Mês passado eu ganhei uma amostra grátis da MUFE que é super generosa, até achei que tinham enviado o produto completo por engano. Então usei algumas vezes para ver qual é! Olha, gostei bastante da finalização que ele dá na maquiagem. Deixa a pele aveludada, parece que corrige algumas imperfeições da maquiagem, deixa bem mais uniforme. Só que ele tem um GRANDE problema que para mim já seria empecilho para a compra: ele faz uma bagunça, mas uma bagunça que vocês não conseguem imaginar. É pó pra tudo quanto é lado. Fui fazer esse post e até agora minha câmera está cheia de pó. Sei lá, como eu que limpo minhas coisas, não vale a pena pra mim.

microfinish2

Mas e o “teste do flash“? Olha, tentei aplicar com um pincel gordo da mesma forma que aplico MAC blot, Météorites ou qualquer outro pó. E o que aconteceu:

microfinish3


Teste do flash positivo
! Sem o flash não dava para ver nenhuma “branquice” mal espalhada no rosto. Então, realmente, tem que ter cuidado. Óbvio que depois caprichando mais na “espalhada” esse problema se corrige. Seja com esse ou qualquer outro pó solto – não dá para sair de casa sem o “teste do flash”, principalmente se você for tirar fotos. Não digam que não avisei! ;)

lcrate3

Beijos!

30
março
2015

Quando a gente desbota – como salvar as bases

Postado por Ana em Maquiagem

Eu nunca escondi que fiz esse blog mais para aprender do que pra ensinar. Pois na curva de Gauss de talento com coisas de beleza, olha onde eu me encontrava a vida toda:

gauss

Qualquer amiga que conviveu comigo em época de escola, faculdade, etc, pode confirmar isso! Eu sempre precisava de ajuda hahahaha Mas, claro, fui aprendendo coisa demais simplesmente por ter o blog e agora já acho que estou na média! êe! Sabe aquele clichê de que “quando a gente ensina é que mais aprende?“. Sempre recebo boas dicas das leitoras, e gostei demais de uma dica que a Bruna me deu há umas semanas. Assim, eu desbotei em tempo recorde. Desbotei de tal forma que nunca imaginei ser possível. Coisas que só um inverno de verdade fazem por você, rs. Cheguei negona voltando da praia no Natal e, de repente, em fevereiro, comecei a achar que todas as minhas bases estavam SUPER amarelas.

O truque é misturar um creme de rosto ou protetor solar à base. O importante é que seja branco … Para facilitar, coloco protetor e base juntos no furo do meu pincel da Bare Minerals, aquele com furo no meio, e dou uma misturadinha com um mini pincel até ficar homogêneo. Daí passo no rosto e finalizo com a esponjinha Beauty Blender.

amarela1

Essas são as minhas bases atualmente:

amarelo2

No caso da Maybelline e da MUFE, eu usava essas cores há pelo menos 4 anos. Essa base da MAC ganhei da minha irmã e sempre foi meio escura – agora, então, piorou. A Teint Miracle da Lancôme fiquei chateada, porque comprei no freeshop e joguei uma mão cheia no rosto pra ter certeza da cor – e lá ficou ótima. Chegando aqui ficou escura, e pelo número da cor (35), parece que comprei errado mesmo. O que notei é que esse truque não salva 100% as bases compradas de cor errada, porque a mudança é discreta. Melhora um pouquinho! Mas salvou demais minhas bases que sempre funcionaram mas agora estão “dove barro“.

À medida que a primavera for avançando não vou precisar mais fazer isso. Mas adorei, já estava quase indo comprar bases de cor mais clara (que logo não serviriam mais). O chato é que não dá pra fazer isso com meu corretivo (Studio Finish NW25 da MAC), acho que preciso do NW20 pro inverno. :(

Espero que essa dica seja útil para alguém!


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26
março
2015

Onze meses morando fora – uma retrospectiva

Postado por Ana em Diário de uma expatriada newbie

Engraçado pensar que em meados de abril vai fazer um ano que me mudei para cá. Pensei então em fazer uma pequena retrospectiva de tudo o que aconteceu – acho que quase tudo já apareceu um pouquinho por aqui, mas vale a pena ver de novo! A maioria das pessoas faria retrospectiva de um ano, mas como eu sou estranha, vai ser de onze meses mesmo!

Os primeiros seis meses e essa adrenalina toda

Após meu casamento, ainda fiquei uns 20 dias em BH porque tinha a prova prática da minha prova de título para fazer. No início fiquei na dúvida se faria essa prova, porque para mim não era obrigatória e porque, dentre outras coisas, ia adiar minha lua-de-mel, mas é a vida, né? hahaha E hoje acho que foi uma sábia decisão! Não é que valorizam muito essa prova por aqui?

tulpen

Cheguei então em meados de abril e alguns dias depois me registrei na prefeitura, que é algo obrigatório a fazer quando se reside aqui (e o prazo é curto). Depois resolvi burocracias, que não foram poucas,por exemplo: visto de permanência, seguro de saúde, traduções e envios de documentos para começar o processo de revalidação de diploma… Duas semanas depois comecei o tão aguardado estágio em uveítes no hospital aqui da cidade. Foi bom, mas imaginava algo diferente – mas ok, super valeu para aprender sobre o sistema, mais vocabulário técnico, as diferenças, tecnologias … No meio do estágio, tive uma pequena entrevista-prova junto à câmara dos médicos, para “provar linguagem técnica“. Daí, na última semana do estágio, em agosto, recebi o aguardado e-mail chamando pra prova final.

freiburg

E por acaso fui passar 6 semanas nem BH – foi uma época em que estava com dificuldade de “cortar o cordão umbilical”, o que explicou a viagem longa. Nesta viagem mesmo percebi que visitar BH é legal, mas fugir não é o caminho. Lá percebi que também sentia saudades daqui, muitas saudades. Que já tinha começado a ver aqui como meu lar também. Que coisa doida! Daí foram três meses daquela preparação louca para a última prova de revalidação, que contei aqui. No meio disso dei um jeito de finalmente viajar de lua-de-mel para Roma e foi tãaaao bom e importante para desestressar! Daí prova cumprida, maior alegria da vida!

Tentando voltar aos trilhos

Depois – férias merecidas no Brasil e daí voltei pronta para começar a buscar trabalho, resolver carteira de motorista… mas um imprevisto de saúde com um familiar (agora 100% graças a Deus) me mandou de volta para BH! Mas daí voltei e as coisas foram se encaixando mais e mais. Recebi a visita super espontânea de uma amiga querida, e aproveitamos para passear bastante e viajamos também. Vi como o Castelo de Neuschwanstein é diferente (talvez mais lindo) no inverno, principalmente este lago (Alpsee) que acho a coisa mais linda do mundo:

alpsee

As oportunidades são como bondes

A época da visita foi perfeita! Pois, assim que ela foi embora, surgiu a oportunidade de colaborar com um capítulo de um livro que está sendo organizado pela professora que eu mais gostei na faculdade toda (e eram muitos professores haha). Estava muito tensa e ocupada com outras coisas, mas o “alarme da oportunidade” tocou e não pensei duas vezes. Com isso gastei muitas e muitas e muitas horas, mas fiquei muito feliz de ver o trabalho finalizado. E lembrei do quanto gosto de escrever e de quanto queria ter mais oportunidades assim! :) Falando em oportunidades: alguém um dia me disse que a oportunidade é um bonde, ela passa e você pode vê-la passando e ela nunca mais voltar. A frase hoje não me faz literalmente muito sentido, pois bondes sempre voltam – mas continuo lembrando dela sempre que vejo uma chance passando. Por isso, por mais medrosa que eu seja, tudo o que me cheira a oportunidade eu agarro mesmo! E foi nessa que consegui um emprego aqui do jeito que eu queria – eu achava que ainda não estava pronta, mas vi o bonde passando. Não foi nenhum atalho, mas sim o pacote completo – com direito a currículo neuroticamente montado, telefonemas e entrevista. Com zero favores de amigos e conhecidos. Fiquei muito feliz em ver que nem precisei dar passos para trás, mas pude recomeçar de onde parei no Brasil. Estou sendo valorizada aqui dentro da minha profissão, sem nenhuma desvantagem por ser estrangeira. Se isso não é um país aberto ao estrangeiro, não sei qual é. Por tudo que observo aqui, a Alemanha leva a sua dívida histórica muito a sério.

auge

Se eu puder dar uns pequenos conselhos …

É engraçado como a vida muda em 11 meses. E tudo que somos capazes de fazer nesse tempo – mesmo que isso signifique virar tudo de cabeça para baixo e recomeçar várias coisas. É também aprender a engolir o orgulho e levar as besteirinhas com bom humor. :) É também dar mais valor ao que conquistamos e a certas coisas que passamos a vida toda “taking for granted”. A gente sempre consegue! Não precisa ser gênio nem ser nerd, nem ser nada em especial – só não pode deixar o bonde passar, e este é o conselho número um.

Neste último ano, aprendi que preciso acreditar mais em mim mesma e só dar ouvidos a quem realmente gosta de mim. Quem já não faz isso, sugiro que siga este conselho número dois. Pois estas pessoas sempre nos dizem que vamos conseguir. Que seja para te injetar ânimo! Por outro lado, as frases desmotivadoras que ouvi foram tantas, tantas… e às vezes eu quase me deixava levar por elas. Isso não é privilégio meu, acontece com todos nós, não é? Os famosos vampiros de energia. :) Pois segue o conselho número três: não comunique seus planos a qualquer um.

E é engraçado que os “malogradores de propósito” não têm mais o que falar para mim. Quer dizer, de vez em quando tentam como num último suspiro algo do estilo “nossa, mas demorou, NÉAM?!!“. Haha… Já que vampiros nunca estão satisfeitos, só nos resta dizer uma coisa para eles (este é o conselho número quatro):

hahaha, não resisti!!! Mas foi só uma piadinha mesmo, no hard feelings. :) Mas digo isso não para vocês, minhas amigas-leitoras queridas. A vocês eu só tenho que agradecer, sempre, por trazerem mais leveza aos meus dias. Os relatos de adaptação irão se esvaecer com o tempo, à medida que a vida volta toda aos trilhos. Era isso mesmo que eu queria… ;)

Beijos da expatriada não mais tão newbie assim

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