31
maio
2015

Blephaclean: limpeza das pálpebras pra quem tem preguiça

Postado por Ana em Olhos

Eu levo a higiene das pálpebras MUITO a sério. É impressionante o efeito destruidor a longo prazo de uma blefarite (inflamação das pálpebras) não tratada. Se você usa maquiagem diariamente nos olhos, tem coceira constante nas pálpebras/olhos, bonitinhos aqui e acolá ou simplesmente sensação de olhos secos: consulte seu oftalmologista, pois você pode ser candidata a ter que fazer o cuidado diário com as pálpebras. Aqui no blog já falei sobre outras opções: xampu de bebê, Blephagel e Frex Clean. Se usados corretamente todos são equivalentes, mas tinha uma preferência pelo Blephagel, por achá-lo mais levinho. O problema é o preço mesmo, custa cerca de 100 reais o tubinho na Araújo.

blephaclean

Agora tenho outro favorito, também da Thea: o Blephaclean, que já são compressas prontinhas pro uso. Só passar, nem precisa de água. Ando muito preguiçosa atualmente e quero gastar o menor tempo possível nos cuidados antes de dormir. Lavar o rosto, cuidar das pálpebras, passar os produtos anti-idade, fio dental, escovar os dentes … é osso fazer isso tudo quando a gente já está com aquele soninho bom – porque no fim do processo já estou acesa que nem vagalume! Temos recebido amostras do Blephaclean e por isso o conheci – sempre que recebo amostra de alguma coisa não-medicamento eu levo uma pra casa para testar em mim mesma antes de dar pros pacientes. Putz, que maravilha, viu? Só pegar a compressinha e passar! O preço novamente é o limitante, custa em média 8 euros a embalagem com 20 compresas (umas 25 dilmas) . Uma compressa dá pros dois olhos, então dura 20 dias só. Não sei se chegou no Brasil, pela pesquisa em português que fiz no Google só vi em farmácias portuguesas. De qualquer forma, anotem o nome porque não deve demorar a chegar já que a Thea está por aí marcando território. Se alguém já viu no Brasil, me corrija nos comentários.

Beijos obviamente sem JABÁ!

27
maio
2015

Testei (muito): Root Boost Lee Stafford

Postado por Ana em Cabelo

Já uso esse produto há um tempão e custei a ter uma opinião formada e fiquei enrolando pra fazer o post. No início achei ruim, depois achei marromenos e agora já acho bonzinho. Milagroso não é, mas também, qual produto é? Eu uso no dia-a-dia após o banho: aplico um pouco na raiz e faz sim diferença. Dá um voluminho em cima, desgruda a raiz da cabeça. O grande problema desse produto é “pegar a mão” da quantidade. Mesmo você chacoalhando conforme as instruções, ele sai como uma espuma, chata de espalhar. Se colocar demais, e/ou não espalhar uniformemente, fica com o cabelo duro! Não é produto para o comprimento – Root Booster, ou seja, passa no “caminho de rato” do cocuruto e massageia um pouco. Eles falam que você vai sentir um formigamento, que é o produto agindo – bom, estou esvaziando o segundo e nunca senti! Hehehe

rootboost1

Entre tantos produtos pró-volume não funcionantes, pelo menos esse funciona um tiquinho. Pra mim cada tiquinho faz a diferença, então acho que vale a compra. Não esperem milagres!

lcrate4

p.s: algumas devem estar preocupadas achando que vou abandonar o blog – não se preocupem que não vou não. :) Estou realmente tendo MUITA dificuldade em atualizar – vide a foto noturna horrorosa acima – mas com o tempo eu vou me ajeitando novamente! Obrigada pela paciência… :**


Beijos!

05
maio
2015

L&C Awards: MET 2015 (e uns pitacos)

Postado por Ana em Celebs, L&C Awards

Permitem uns pitacos rápidos sobre o baile do MET? Enquanto o festão com os looks mais aguardados do ano (na minha opinião) ocorria, infelizmente eu estava dormindo. Maaaas hoje pude me inteirar pelo menos dos fatos mais marcantes. Para quem não sabe, o Baile do MET é um lugar para ousar mesmo, com looks espalhafatosos. Infelizmente, meu look favorito dava para ser usado até no Oscar, foi esse da Kendall Jenner:

kendallSem tempo para fazer montagem com o troféuzinho!

Mas a graça da festa está realmente nos looks glamourosos-espalhafatosos!! Por isso a gente vê uns looks tipo o da Rihanna:

ri1

Eu gostei! Zero vida real, obviamente, mas a idéia é essa. Às vezes me pergunto qual é a sensação de gostar de ser o centro das atenções. Sei lá, quando chego a uma festa, minha vontade é que realmente ninguém olhe pra minha cara, chamar zero atenção (e sempre funciona HEHE), daí uma celeb assim tem justamente o gosto aposto. Sai do carro e… flashes, olhares, quanto mais melhor! Muito interessante … que bom que o mundo tem pessoas diferentes! Daí pessoal brincou que parecia uma pizza, omelete… Ô pizza cara essa!

ripizza

E, não sei se estou sendo influenciada porque estou com um pouco de frio no momento, mas … que delícia deve ser isso, quentinho. Parece que está enrolada num edredon! Nossa, se fosse eu ia dormir na primeira sentada, com certeza!

ririquentinho

Muito se babou no look da Beyoncé, mas sei lá – não achei grandes coisas. Prefiro espalhafatice por excesso de roupa, que nem a RiRi. Do contrário, me parece look da Sapucaí.

beyonca

E a Kylie Jenner que foi assim pro pós-baile do MET? Perdeu a chance de ir glamourosa, né? Confesso que demorei MUITO para saber quem era essa menina, sempre ouvia falar mas não ia checar. Só sabia que tinha um sucesso estrondoso no Instagram. Mas só podia ter a ver com Kardashian mesmo, êta clã-máquina de $$$!! E tá certo, como elas não têm nenhuma habilidade específica, têm mais que causar mesmo! No media, no money. Eu quis na verdade colocar essa foto mais para falar que quando vejo que a celebridade do momento tem 17 anos minhas juntas até dóem, sabe. Meu Deus, alguém para o tempo que a vida tá passando rápido demais!!

kylie

Povo também zoou que a namorada do Robert Pattinson é feia e tal. Sei lá, por isso eu não consigo zoar, num mundinho hollywoodiano tão superficial acho a escolha até interessante. Fora que a última namorada gata dele vocês lembram o que aprontou, né! E… muito pior que a aparência dela foi o fato de ela ir com um vestido com um bilau estampado bem na frente. Amiga, aí não tem como te defender…

pattis

E… tudo bem que excentricidade é bem-vinda nesta festa, mas que diabos foi isso que a Solange Knowles vestiu? Nem parece que é uma roupa, parece escudo, concha…

solange

Só que ainda acho melhor ousar e ir igual a Solange do que ir igual a Reese, que de fato estava maravilhosa, estonteante, mas dava pra ser madrinha do meu casamento com essa roupa.

reese

Aguardo os pitacos de vocês também!

Beijos!

03
maio
2015

Dores do crescimento, ou: a volta à labuta em um novo país

Postado por Ana em Diário de uma expatriada newbie

Após algum tempo de volta à ativa, seguindo a sugestão da querida Elisa, vou compartilhar um pouquinho (das sensações) de como está sendo voltar ao mercado de trabalho em um país diferente, em uma área tão “complicada” como a medicina.

Bom, tem sido matar um leão por dia, mas o leão é a cada dia menor. Vou poupá-las de mais detalhes, mas são muitas as diferenças. Fora isso, o cansaço é algo que nunca experimentei antes. Não nesse nível… Uma mistura de cansaço físico e mental. Físico porque realmente é um volume muito grande de trabalho, e tudo tem que ser feito muito rápido.

leao1

Mental pelas diferenças, novas adaptações e a língua. Sim, eu falo alemão avançado. Mas no dia-a-dia estou fazendo uso da língua no seu patamar mais alto, e ativamente e umas 10 horas por dia. Não é nível C1 coisíssima nenhuma, mas sim C2 pra coisa funcionar. Por isso que é MEGA justo que peçam um nível alto para revalidar o diploma, ou de fato não seria justo com os pacientes. Não acho fácil explicar a rebimboca da parafuseta em alemão, não mesmo. Na hora do vamuvê, ninguém quer saber se sou estrangeira, e tenho que dar conta do meu trabalho igual a qualquer colega que cresceu, estudou e trabalhou aqui por anos. Por outro lado, não há espaço para temer erros – eu tenho que me comunicar, então com ou sem dúvida eu dou o meu jeito e os pacientes entendem. Alguns chegam falando dialeto (Schwäbisch, Badisch ou Alemmanisch, depende do lugar) e eu quero morrer. Isso, como já imaginava, tem seu lado bom: ao fim do dia eu já melhorei em todas as esferas da língua (fala, escrita, ouvido, leitura), é o mais intensivo dos cursos de língua que eu poderia ter. Nem consigo estimar o quanto terei melhorado daqui a um ano. Mas isso tem seu preço – que é chegar em casa e desabar no sofá sem nem conseguir mexer o corpo mais. Mas quando estou saindo de casa (super) cedinho, vejo todas as pessoas indo às suas lutas diárias e daí respiro fundo e consigo sentir a alegria de estar trabalhando. Essa satisfação supera as dificuldades – fora que lutei foi muito pra isso! Voltei a ter minhas coisas, muitas histórias para contar (boas ou ruins, são MINHAS), meus colegas, meus perrengues, minhas conquistas, meu dinheiro, minha independência. E, às vezes, eu até consigo sentir um tiquinho de orgulho de mim mesma. E…acontece diariamente, de eu estar no meio de um exame – em um flash me dou conta do que está acontecendo e me dá uma alegria intensa de ter esse privilégio. Afinal, fiquei uns 8 meses sem fazer isso e, quando mudei, tinha um temor lá no fundo de nada funcionar e eu nunca mais ter isso novamente. E, na minha profissão, quanto mais se espera, mais difícil fica de voltar. Estou aprendendo bastante também e, como sempre acontece comigo, quando tenho rotina consigo estudar bem mais! Como vocês podem ver, não é um mar de rosas – mas os grandes aprendizados da vida vêm assim mesmo. Se a gente fica muito confortável, provavelmente é porque não está evoluindo muito mais.

leao2

É claro que a dor é inevitável – mas sou muito grata por ter maturidade de saber que são dores do crescimento. Quando eu era mais nova e sentia no peito essa angústia da mudança (nunca gostei de mudanças) era terrível porque eu não sabia que iria melhorar. Daí, após acontecer trocentas vezes, comecei a perceber que sempre melhora. Por isso, hoje sei que os rostos estranhos sempre tomarão contorno, que as novidades sempre se tornarão rotina, que o desconhecido sempre será assimilado e que aos poucos a vida sempre volta a correr mansa. Esse é um resultado do qual se ocupa fatalmente o passar do tempo. A angústia, por exemplo, eu já não sinto mais. Acho que em um, dois anos, serei uma versão melhorada de mim mesma, graças às dores desses dias.

Assim espero!

Beijos da blogueira que agora só funciona com post programado

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